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domingo, 27 de maio de 2012

O problema dos combustiveis

Após seis descidas consecutivas, as cotações da gasolina subiram esta semana, o que permite antecipar um aumento, de cerca de meio cêntimo, do preço final deste combustível já esta segunda-feira.

Já as cotações do gasóleo tiveram um comportamento inverso, sendo expectável um decréscimo do preço em cerca de um cêntimo, a partir de segunda-feira.

Segundo a informação disponibilizada pela Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o preço médio do gasóleo actualmente é de 1,438 euros/litro, enquanto a gasolina custa em média 1,634 euros/litro.

Face às subidas e descidas do preço dos combustíveis e promovendo a defesa do ambiente, propomos aos portugueses que usem mais os transportes públicos outros meios de transporte como este: 



domingo, 4 de dezembro de 2011

Os benefícios de uma bicicleta


Vamos experimentar deixar o carro mais vezes em casa e usar este 
meio de transporte que tão bem nos faz à saúde.

domingo, 23 de outubro de 2011

Petição em defesa dos direitos dos animais

Deixamos aqui o link que nos foi enviado pela Associação Dos Amigos Dos Animais De Santo Tirso da petição criada para alertar os nossos dirigentes políticos para o cumprimento art.º 13 do Tratado de Lisboa, que Portugal assinou e ractificou, e consequente e imediata alteração dos Códigos Civil e Penal, na parte respeitante aos animais, seres sencientes, e não "coisas móveis".



Assinem e ajudem-nos a divulgar esta iniciativa!

- Texto da petição -

Considerando que o Tratado de Lisboa é um acordo internacional que altera os dois tratados que compõem a base constitucional da União Europeia (UE).
Considerando que o Tratado de Lisboa foi assinado pelos Estados membros da UE em 13 de Dezembro de 2007, e entrou em vigor em 1 de Dezembro de 2009.
Considerando que altera o Tratado da União Europeia, ou Tratado de Maastricht, e o Tratado que institui a Comunidade Europeia, TEC, também conhecido como o Tratado de Roma ou Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia.
Considerando que enquanto o Bem Estar Animal era apenas uma parte do protocolo (n º 31) no Tratado de Amesterdão e, assim, uma parte do Tratado, por declaração o Bem-Estar Animal já se tornou parte integrante do novo Tratado em si, na forma do artigo n º 13.
Considerando que o Tratado de Lisboa criou uma nova situação jurídica na qual, aquando da formulação e aplicação das políticas da UE nos domínios da agricultura, da pesca, dos transportes, do mercado interno, da investigação e desenvolvimento tecnológico e do espaço, a "União e os Estados-Membros terão plenamente em conta as exigências em matéria de bem-estar dos animais, enquanto seres sencientes (sentient beings), respeitando simultâneamente as disposições legislativas e administrativas e os costumes dos Estados-Membros, nomeadamente em matéria de ritos religiosos, tradições culturais e património regional".

Considerando que o Código Civil Português ainda considera os animais como “coisas móveis”.
Considerando que o Código Penal Português não contempla os maus tratos e abandono de animais como crime, como consequência de serem considerados “coisas móveis” no Código Civil.

Considerando que em Portugal mais de 90% dos animais de companhia são entregues nos canis ou centros de recolha oficial, pelo detentor, e que na realidade é um abandono, e onde o abate continua a ser praticado de uma forma cruel e desnecessária, sendo a esterilização a forma civilizada e ética de combater o aumento excessivo de animais.
Considerando que esses mesmos detentores exigem o abate do seu animal, impedindo assim futuras adopções (quem abandona como é que mantêm o direito à posse?).
Considerando que quem abandona o(s) seu(s) animal(s) não pode ter capacidade para voltar a ser detentor de qualquer outro animal.
Considerando que mais de 70% dos canis e centros de recolha oficiais não estão licenciados, abatendo os animais de companhia, em vez de promoverem a esterilização e adopção, como já fazem algumas Câmaras nos respectivos canis ou centros de recolha, provando que é possível não abater e, sim, esterilizar e promover a adopção.
Considerando que todos os criadores de animais, sejam de companhia ou não, têm que estar devidamente registados, cumprindo todas as normas de bem estar animal e saúde pública.
Considerando que existe em Portugal o gravíssimo problema de envenenamento dos animais de companhia, e não só, próprios ou alheios.
Considerando que em Portugal há imensos furtos de animais, que queremos considerados como roubos pelo Código Penal Português.
Considerando que os maus tratos e abandono de animais são diários e em elevado número.
Considerando que todos os animais, independentemente da idade, têm que ter obrigatoriamente identificação electrónica, ou chip.
Considerando que existem imensos estudos internacionais, com total credibilidade, que associam de forma inequívoca a relação entre crueldade contra animais e crueldade contra pessoas, sendo esta crueldade já considerada em muitos Países desenvolvidos como sinal de distúrbios psiquiátricos.
Considerando que o abuso contra animais é um crime a ser levado a sério, com consequências muito graves para todos, animais humanos e não humanos.
Considerando que terá que continuar a existir a figura de detentor, ou tutor, no Código Civil, relativamente aos animais, continuando os animais ou seres sencientes, a ser responsabilidade dos respectivos detentores ou tutores.

Os signatários abaixo assinados vêm pedir que se cumpra imediatamente o Tratado de Lisboa, e que se aprove a alteração dos artigos do Códigos Civil, passando os animais a ser considerados seres sencientes e não “coisas móveis”, e do Código Penal, para permitir a criminalização dos maus tratos contra animais e criminalização do abandono de animais. 

Os signatários

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A pior inundação dos últimos 50 anos na Tailândia

Um homem lança uma rede de pesca numa área inundada na província de Ayutthaya, na Tailândia. Equipas de resgate trabalham desde segunda-feira para que esta inundação, considerada a pior dos últimos cinquenta anos no país, não seja a causa de um desastre humanitário.


Fotografia:Chaiwat Subprasom/Reuters

terça-feira, 5 de julho de 2011

Inauguração do Parque de Estudo e Reflexão do Minho - Póvoa do Lanhoso

"Um momento inesquecível" - esta é a melhor frase para descrever a inauguração do Parque Minho.

Este espaço aberto ao Estudo e à Reflexão, para que todos possam aprofundar em si valores como o da não-discriminação, o afecto e a reciprocidade no tratamento aos outros.

Aspiramos a que a partir deste Parque surja uma verdadera onda de bons sentimentos que ajudem a revelar o Sagrado dentro e fora de nós, permitindo-nos comprender que não estamos sós neste mundo nem nos mundos infinitos.



Fotografias da inauguração:
http://www.parqueminho.org/pt/page/fotos-da-inauguracao

Mais vídeos sobre a inauguração:
http://www.parqueminho.org/pt/videos/videos-da-inauguracao

Estamos agora à espera da sua visita!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fugir da água


Um homem tenta escapar de um parque de estacionamento subterrâneo inundado em Chengdu, na província chinesa de Sichuan, atingida por chuvas torrenciais. Fotografia: Reuters/China Daily

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Inauguração do Parque Minho - Convite da Secretária Geral do PH

Caros Amigos,

Temos todo o gosto em vos convidar para a inauguração do Parque Minho, um projecto que une Portugal e a Galiza, a ter lugar no dia 2 de Julho de 2011 pelas 16h, em Calvos, na Póvoa de Lanhoso, perto da cidade de Braga.
Será um momento de experiência, testemunho, partilha e futuro, com os melhores desejos de que este Parque também seja um farol de uma nova cultura da não-violência.

Mais informações em http://www.parqueminho.org/pt/dicas

Paz, força e alegria.
Maria Vitor Mota

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Parques de Estudo e Reflexão



Vídeo com imagens dos Parques de Estudo e Reflexão  espalhados pelo mundo que convergem e  transmitem quem os visita Mensagem de Silo, a mensagem da Comunidade para o Desenvolvimento Humano, as ideias do Partido Humanista, do Centro Mundial de Estudos Humanistas, e da Convergência das Culturas e Mundo sem Guerras.

O próximo será inaugurado em Portugal, na Póvoa do Lanhoso, dia 2 de Julho pelas 16horas.

Estão todos convidados, apareçam!

Mais informações: 
Como chegar:

Fogo florestal alarma norte-americano


As chamas continuam a lavrar na floresta nacional de Santa Fé, no estado norte-americano do Novo México, onde as pessoas param para ver as fartas nuvens de fumo. As forças de combate continuam sem conseguir controlar o fogo, que já consumiu 200 hectares de floresta. In Publico

Esperamos, sinceramente, que este ano em Portugal os fogos florestais diminuam. Devem ser tomadas mais medidas na defesa deste património natural tão importante para a humanidade.

terça-feira, 14 de junho de 2011

O futuro não passa pela energia nuclear e a Itália deu um passo importante por energias mais limpas e renováveis. Boa Itália!

Italianos rejeitam maciçamente a energia nuclear
13.06.2011
Maria João Guimarães, Ricardo Garcia in Publico


Os italianos votaram hoje maciçamente contra a energia nuclear, num referendo com quatro perguntas sobre três temas. Em todas, o primeiro-ministro Silvio Berlusconi sofreu uma pesada derrota.

Com quase todas as secções de voto já apuradas, cerca de 95 por cento dos eleitores aprovaram uma alteração legal que rejeita o uso da energia nuclear no país. Esta posição coloca um fim nas ambições do Governo Berlusconi de reiniciar o programa atómico do país.

A Itália tem quatro centrais nucleares, construídas nas décadas de 1960 e 1970. Mas não funcionam desde 1987, quando se aprovou uma moratória ao nuclear, na sequência do desastre de Tchernobil, um ano antes.

Em 2008, o Governo anunciou a intenção de iniciar, em cinco anos, a construção de novas centrais. Nos planos governamentais, em 2030 um quarto da electricidade consumida no país seria gerada pelo nuclear.

O acidente da central japonesa de Fukushima, devido ao sismo e tsunami de 11 de Março, ajudou a voltar a opinião pública contra a ideia de Berlusconi, que reconheceu hoje a derrota ainda antes de terminada a votação.

“Após a decisão que o povo italiano tomou neste momento, temos provavelmente de dizer adeus à possibilidade de termos centrais nucleares e temos de nos comprometer fortemente com energias renováveis”, afirmou o primeiro-ministro italiano.

A Itália passa a ser o terceiro país europeu a reagir a Fukushima com a rejeição do nuclear. A Alemanha já encerrou algumas centrais e fixou o fim da energia atómica no país até 2022. A Suíça tomou também medidas semelhantes. Outros países europeus, como a França e o Reino Unido, mantém-se, ao contrário, fiéis aos seus programas nucleares.

Berlusconi fez tudo para tirar a questão nuclear do lote de quatro perguntas do referendo, mas não conseguiu.

Os referendos registaram cerca 57 por cento de afluência às urnas, conseguindo mais do que os 50 por cento necessários para serem vinculativos. A última vez que um referendo ultrapassou este limiar de participação foi em 1995. Desde então, seis consultas foram declaradas nulas.


Não à imunidade dos ministros

Além de recusarem o nuclear, os eleitores também rejeitaram normas legais sobre as águas (privatização e cálculos de tarifas) e a imunidade judicial para ministros do Governo (rejeição da lei que permite ao primeiro-ministro ou membros do Governo invocar impedimentos institucionais para não estar presentes em sessões de julgamento sobre delitos penais, cometidos no exercício do cargo, de que sejam acusados).

É mais um grande revés para Berlusconi, que apelou aos eleitores para não votarem, numa tentativa de que os referendos, pedidos pelos Verdes e pela Itália dos Valores (oposição) não conseguissem os 50 por cento. Anunciou que não iria votar e declarou que a abstenção é “um direito dos cidadãos”.

O desaire eleitoral surge numa altura já difícil para o primeiro-ministro italiano, envolvido em processos judiciais por um escândalo sexual e fraudes, e que acabou de sofrer uma enorme derrota nas eleições municipais do mês passado incluindo no seu bastião de Milão.